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Sobre o Hotel

O Hotel Mestre de Avis é um dos hotéis mais bem localizados de Guimarães. Situado no centro histórico, classificado pela Unesco “Património Cultural da Humanidade” em 2001, a 100 metros do Toural e a cinco minutos da auto-estrada. Fundado num edifício histórico, outrora propriedade de Maria Angelina Brandão. Maria Angelina Brandão escreveu em coautoria com seu marido, Raúl Brandão, “Portugal Pequenino”.

O hotel oferece-lhe 16 quartos para uma inesquecível estadia nesta tão bela cidade. Estamos no sítio ideal, para a pé visitar os melhores e mais fascinantes locais históricos, culturais e de lazer da cidade de Guimarães. Devido à nossa localização central, poderá desfrutar da cidade tanto de dia como de noite, pois fica perto dos principais pontos de referência da cidade.

Sobre Mestre de Avis

Especialmente conhecido em Guimarães pelo agradecimento que fez a Nossa Senhora da Oliveira pela vitória na Batalha de Aljubarrota, D. João I começou a governar em 1385 e terminou em 1433.
Em reconhecimento pela intervenção milagrosa de Nossa Senhora na Batalha, D. João I efectuou descalço o percurso entre a entrada da cidade (Padrão de S. Lázaro) e a Igreja da Oliveira, onde ofertou o "Pelote" que lhe serviu de armadura, um altar em prata dourada e esmaltada e um cordão em ouro do tamanho de uma milha. 
Filho bastardo de D. Pedro e de uma dama galega, D. Teresa Lourenço, D. João recebeu com apenas 6 anos, o mestrado de Avis. Sendo responsável por uma das Ordens Religiosas mais importantes do país, D. João era um homem com prestígio e poder. Em 1383 morreu D. Fernando e estalou a crise que durou até 1385. D. Leonor de Teles, mulher de D. Fernando, assumiu a Regência do reino, tal como estava estipulado no testamento do monarca defunto. O Conde Andeiro, conselheiro e íntimo da rainha (o que o povo condenava), passou assim a ter um papel importante na Corte. Esta situação desagradava bastante a um grande grupo de nobres, entre os quais se incluía D. João.

Planeou-se então a morte do Andeiro que D. João executou, com o auxílio de outros nobres. De salientar o papel importante que teve o burguês Álvaro Pais em toda esta conjura. A rainha D. Leonor pediu ajuda ao seu genro D. João de Castela e este invadiu Portugal, tendo como objectivo fazer valer os direitos de sua mulher D. Beatriz, ao trono de Portugal. O mestre de Avis foi então eleito Regedor e Defensor do reino. A guerra estalou e por todo o país travaram-se duras batalhas, sendo a de Aljubarrota (14 de Agosto de 1385), onde os portugueses conseguiram uma retumbante vitória, aquela que comprometeu definitivamente as pretensões de Castela. Reuniram-se as cortes em Coimbra em 1385, e D. João Mestre de Avis foi aclamado rei de Portugal. Com os seus filhos e quase com 60 anos, D. João partiu para o Norte de África e conquistou Ceuta em 1415, onde os infantes foram armados cavaleiros. Esta expedição a Ceuta marcou o início da expansão portuguesa. Casou o seu filho bastardo D. Afonso, futuro Duque de Bragança, com a filha de Nuno Álvares Pereira. Aliou o seu filho D. Duarte na administração do reino, preparando-o assim para o trono que viria a herdar. Já velho, fez grandes doações a instituições religiosas. Amado pelo povo, ficou conhecido como o rei da «Boa Memória».

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